1. Você vem sempre aqui?
2. Eu moro aqui.
1. Ah...
.SiL.
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
...< >...
Eu não sei beM Como começA Essa inquietação. Tempestade por dentrO, Pedindo providênciaS e Mesmo com as incoerênciaS, Sigo a intuiçãO.
.SiL.
.SiL.
do livro...
Faz tanto tempo
que até o tempo
perdeu as contas.
Contou-se errado.
E depois de um
tempo parado
Veio correndo,
acelerado.
Tanto tempo
que ainda tem
mais...
Tanto tempo que agora
tanto faz...
(Silvana Gonçalves,
livro 'Poemas para Você')
que até o tempo
perdeu as contas.
Contou-se errado.
E depois de um
tempo parado
Veio correndo,
acelerado.
Tanto tempo
que ainda tem
mais...
Tanto tempo que agora
tanto faz...
(Silvana Gonçalves,
livro 'Poemas para Você')
E no escritório em que eu trabalho e fico rico
Quanto mais eu multiplico diminui o meu amor
Em cada luz de mercúrio vejo a luz do seu olhar
Passas praças, viadutos, nem te lembras de voltar
De voltar, de voltar
No corcovado quem abre os braços sou eu
Copacabana esta semana o mar sou eu
Como é perversa a juventude do meu coração
Que só entende o que é cruel e o que é paixão
E as paralelas dos pneus n'água das ruas
São duas estradas nuas em que foges do que é teu
No apartamento, oitavo andar, abro a vidraça e grito
Grito quando o carro passa: teu infinito sou eu...
(Belchior, o que tinha sumido...)
Quanto mais eu multiplico diminui o meu amor
Em cada luz de mercúrio vejo a luz do seu olhar
Passas praças, viadutos, nem te lembras de voltar
De voltar, de voltar
No corcovado quem abre os braços sou eu
Copacabana esta semana o mar sou eu
Como é perversa a juventude do meu coração
Que só entende o que é cruel e o que é paixão
E as paralelas dos pneus n'água das ruas
São duas estradas nuas em que foges do que é teu
No apartamento, oitavo andar, abro a vidraça e grito
Grito quando o carro passa: teu infinito sou eu...
(Belchior, o que tinha sumido...)
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