As vezes alegres,
as vezes tristes.
Ou só a lembrança,
a vaga e remota
lembrança do que fomos.
As vezes fortes
As vezes farrapos
Impetuosos e
escravos...
Por dentro, dorme
o guerreiro da paz...
Por fora, acorda o
sonhador percebendo
que tanto faz...
Silvana Gonçalves
sábado, 15 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
...vida de gado...
'A Sociedade Industrial Moderna ás vezes me dá a nítida impresão de ser uma imensa máquina autopropulsionada. Em vez de os seres humanos acionarem a máquina, cada indivíduo torna-se um pequeno componennte insignificante sem outra opção a não ser mover-se quando a máquina move. o que gera essa situação é a retórica comteporânea de crescimento e desenvolvimento econônomico, que reforça intensamente a tendência das pessoas para a competitividade e a inveja. E com isso vem a percepção da necessidade de manter as aparências - por si só uma importante fonte de problemas, tensões e infelicidade.'
Sua santidade, O Dalai lama
Sua santidade, O Dalai lama
do livro 'Poemas para Você'
Você de outra
eu de ninguém.
Numa conta que
nunca vai ser
exata...
Sempre haverá
nossos
resto
s...
(Silvana Gonçalves)
eu de ninguém.
Numa conta que
nunca vai ser
exata...
Sempre haverá
nossos
resto
s...
(Silvana Gonçalves)
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Bom dia, poesia...
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mário Quintana
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mário Quintana
Diálogos falados...
1. eu sinto muitas saudades.
2. também.
1. te procurei tanto.
2. também...
1. me procurou?
2. não...me procurei.
2. também.
1. te procurei tanto.
2. também...
1. me procurou?
2. não...me procurei.
Um dia vou expor aqui...

E você duvida?
Eu não. É um sonho e como tal, tem o risco de acontecer.
Não tenho pretensões de vender milhares de exemplares ou coisas do tipo, ir no 'Jô' ou aparecer em manchetes compradas. Agora, de ter um livro exposto na Bienal Internacional vai ser algo como ter orgasmos múltiplos de felicidade.
Estou tentando disseminar minha arte pelos quatro cantos. Um exemplar aqui, outro ali. Sei que preciso frequentar mais feiras literárias, exposições, feiras do livro. Geralmente não se vende muito e mais se gasta, já que andar todos os estandes dá uma sede...rs...Assim,geralmente o lucro vira cerveja. Mas é o contexto, o mundo que se respira ali que me atem. Para esse semestre, acontecendo agora a Feira Literária de Itanhaém, para Abril a V Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas.Uma coisa interessante dessa Feira é que publicam uma antologia com os vencedores do Concurso Nacional de Poesia. Vide: http://www.feiradolivropocosdecaldas.com.br/II%20Concurso%20de%20Poesia%20Amigos%20do%20Livro_Regulamento.pd
Quem escreve poemas também, só se inscrever.
seremos concorrentes...
E aos trancos e barrancos, dia por dia, de 30,00 em 30,00 pingando na minha conta, vou seguindo meu sonho. O que me deixa muito feliz. O que me realiza. Como diria Tolstoi;'nosso vinho é mais amargo mas é o nosso vinho.'
E conheço um monte de gente teimando em sua arte também, seja ela qual for: música, cinema, artesanato, pintura. Aguentem o rojão, a pressão do sistema, a cobrança de todos para que vocês sejam 'normais'. E não abram mão dos seus sonhos. Eu não vou abrir!!! Outro sonho meu é ser publicada, mas isso já é assunto para outra postagem...
E não se esqueçam..Sonhem, sonhem alto!
"Você é do tamanho do seu sonho"
Bj e tchau, Sil.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Bom dia, poesia...
e é tão lindo meu amor
que supre tudo de ruim
a sua volta.
e já nasceu assim,
quis ser pra mim
um amor de folhetim.
e o que espero do
meu amor é que a gente
se ame eternamente,
que a gente se esqueça
que porque começou
tem um fim...
(Silvana Gonçalves)
que supre tudo de ruim
a sua volta.
e já nasceu assim,
quis ser pra mim
um amor de folhetim.
e o que espero do
meu amor é que a gente
se ame eternamente,
que a gente se esqueça
que porque começou
tem um fim...
(Silvana Gonçalves)
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